Archive for julho \08\UTC 2010

Cactus e eu

julho 8, 2010 -

Ganhei um cactus. Ele veio em um vaso verde cheio de pedrinhas brancas, embrulhado em papel de seda cinza envolto em uma fita verde. Ela me entregou em uma esquina, depois de ter me convidado para uma cerveja. “Esse te garanto que não dá trabalho.”  Me pegou de surpresa. Adorei. Tudo a ver comigo, pensei. Cactus e eu, nossos espinhos. Quantos espinhos…

Nany, acho que agora vc acertou.  Bjs

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julho 7, 2010 -

Ah, eu não matei o peixe não (apesar de um dia ter dado tanta comida que o bichinho quase explodiu). Agora ele vive contente na casa de uma amiga, que é disciplinada e troca a água do aquário toda semana.

Pra não falar sobre o nada

julho 7, 2010 -

O peixe foi embora e a pimenteira está secando. Descobri só agora que ela tem prazo de validade. Bateu uma pontinha de desespero. Uma vida que se vai, ainda que seja a de um vegetal.

Acho que ando meio com falta de assunto. Confesso que já tentei postar outras vezes, mas desisti. E pra não falar sobre o nada, vou revelar que nessa semana descobri que seria bom se Deus me desse um pouquinho de futilidade. Sim, parafraseando Cazuza – Senhor, futilidade. E como disse minha amiga e fiel escudeira Liza Mirella e assino embaixo: com um pouquinho de futilidade, certeza que a gente seria mais feliz.

Imagine ficar possessa por ter quebrado uma unha. Puxa, que problemão! E a sensação de passar um sábado inteiro no salão fazendo fofoca, chapinha, pintando as unhas, colorindo as medeixas com várias tonalidades mais claras do que a natural (não exatamente nessa sequencia)… Programa imprescindível, não? 

Viver constantemente de regime, mesmo se estivesse magérrima, seria de lei. Gastaria horas lendo revisas femininas para descobrir qual a dieta do momento e computando as calorias ingeridas. Aquele simples passeio ao shopping se transformaria em um tormento se me pegasse desprevenida e eu estivesse calçando chinelos. Na certa, iria abortá-lo – a não ser que desse uma passadinha em casa para mudar o figurino.

Também levaria horas para me aprontar, para ir a qualquer passeio que fosse. Entrar em uma agência bancária suada e com roupa de corrida, como faço hoje na minha vida de baixa futilidade, jamé…

Bem, tô começando a achar que seria um pouco complicado. Na verdade, tanta futilidade tá me cansando…

Liza, qualquer dia a gente retoma o assunto.

bjs